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“A Arte de Fazer Perguntas Transformadoras”

Eng. Civil Rogerio Cardoso - 26/09/21


5 Perguntas Essenciais de Peter Drucker

- Qual é o seu “plano”?

- Qual é a sua “missão”?

- Quem é o seu “cliente”?

- O que seu cliente “valoriza”?

- Quais são os “seus resultados”?

As Perguntas Mais Importantes da Gestão

- Por que?

- Por que não?

- E se?


A Pergunta Mais Importante Para Uma Empresa

- “Em que “negócio” nós estamos? “


As Duas Perguntas Mais Importante Para Um CEO

- “Como “posso energizar” a “organização” de modo a maximizar o “intelecto” de todo o nosso “pessoal”?

- “Se você não estivesse nesse negócio hoje, “entraria nele”?”

As Perguntas-Chave Para Recrutar Talentos

- O que seria um “bom dia de trabalho” para você?

- Que “tipo de relacionamento” você espera ter com seu líder?

- Você já teve de “vestir um uniforme”, “cobrir uma tatuagem” ou trabalhar durante a “madrugada”? Como “lidou” com isso?

- Você já foi “preterido” em uma “promoção” que esperava ou “perdeu um prêmio” com o qual sonhava? “Como reagiu”?

- O que “você fez” em sua “trajetória” que pode “ser útil” para este “cargo”?


Metodologias Para Perguntar

Sócrates, Voltaire e Einsten improvisavam suas perguntas, é certo, mas talvez seja uma boa ideia que possam que QIs menores que os deles “se prepararem para o questionamento”. Afinal, as perguntas importantes estão longe de esgotar a gestão baseada em perguntas.

Nós sugerimos três abordagens para gerar perguntas significativas – Uma oriental e duas ocidentais:










1ª Metodologia: Oriental – Os 5 “por quês” da Toyota (The Five Whys Tecnique)


Concebida por “Sakichi Toyoda”, o “fundador” da montadora “Toyota”, para superar os limites da psicologia humana, essa “sequência de cinco ou mais perguntas interligadas” permite chegar “a raiz de um problema de uma vez por toda”.


Em geral, convidam-se todas as pessoas afetadas por um determinado problema para uma reunião de minutos; escolhe-se o líder da reunião e, então, pergunta-se “por que”? cinco vezes ou mais. Em geral, “detecta-se o problema” na “quinta resposta”, embora possa demorar um pouco mais. Ao chegar a conclusão, as pessoas ficam encarregadas de achar a solução, e a comunicação sobre as soluções é feita por troca de e-mails entre os membros da equipe.


Imaginando que o “problema é a lâmpada de temperatura” no painel do carro “acendeu”, para utilizar este exemplo que circula na internet, vamos hipoteticamente aplicar o método dos “cinco porquês”:


1. Por que a lâmpada de temperatura acendeu? Por que o motor esquentou.

2. Por esquentou? Porque o nível de água do radiador estava baixo.

3. Por que o nível estava baixo? Porque a água pode ter vazada por algum lugar.

4. Por que a água vazaria? Porque a uma pequena trinca no radiador que permite a perda da água.

5. Por que há essa trinca? Porque uma semana atrás o carro rodou em uma estrada de terra e passou por uma pedra que fez um pequeno dano na capa de proteção e, assim, atingiu o radiador.


Sem ter questionado cinco vezes a razão das coisas terem acontecido, a ação corretiva tomada poderia ser simplesmente “complementar o nível de água do radiador”. Mas “seria uma solução errada”.


2ª Metodologia: Ocidental

A segunda abordagem e interessante metodologia, com finalidade explicita de “promover a inovação” é proposta por Warren Berger no livro “Uma pergunta Mais Bonita”: “Por que?”, “E se?”, e “Como?”, ele junta o “por que?” e o “e se?” com mais uma questão e forma, assim, uma alavanca de inovação“Como”.


A sequência do autor é: “Por que mudar algo? E se fizéssemos assim? Como podemos fazer isso?”

Segundo Berger, a mais bela pergunta é “por que?”, e ela embute uma série de vantagens. Em primeiro lugar, a pessoa que formula dorme, “mas a pergunta em si não dorme”. Isso porque ela não só trabalha em estado de vigília, mas durante o sono, o que faz com que dobre o tempo dedicado a responde-la.


Em segundo lugar, essa pergunta autoriza todo mundo a ser ousado e aventureiro – você não precisa de um especialista no assunto para perguntar por quê. Além disso, uma pergunta forte atrai o apoio dos outros – ninguém resiste em ajudar quando a “pergunta é desafiadora”.










3ª Metodologia: Ocidental

A famosa “metodologia jornalística”. Eles são craques em perguntas. De uma maneira geral, o parágrafo inicial de um texto jornalístico “deve responder sinteticamente as seis perguntas”:

1. O que aconteceu (ação);

2. Quem foi o responsável (o agente);

3. Quando aconteceu (o tempo);

4. Onde aconteceu (o lugar);

5. Como aconteceu (o modo);

6. Porque aconteceu (o motivo);


É um ótimo modo de levantar informações com “poder de síntese em sua empresa também”.

Se nós adultos, temos tantas dificuldades de entrar em “modo perguntador”, como podemos mudar isso? Trata-se de uma “questão comportamental”, acima de tudo. Perguntar precisa ser um hábito.


Fonte: Livro – O que as Escolas de Negócio não Ensinam
José Salibi Neto e Sandro Magldi
Cel 43 98854 3616


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